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7 idiomas mais antigos que ainda são usados hoje

Ao longo da história, os idiomas sempre estiveram presentes na humanidade. De fato, esse foi um dos principais fatores para nossa civilização. Contudo, ainda hoje, idiomas desaparecem e reaparecem em novas e diferentes formas. Mas, afinal, quais o idiomas mais antigos que ainda são usados hoje?

Como as línguas faladas antecedem as línguas escritas em dezenas de milhares de anos, nunca poderemos verdadeiramente descobrir a imagem das línguas, que existiam nos tempos antigos. Dessa forma, conquistas, guerras e grandes migrações, foram fatores que influenciaram o desaparecimento e o surgimento de novas línguas.

1 – Basco

A língua Basca, ou Eskara, como é conhecida por seus falantes, é única na Europa. Além disso, essa também é a única língua remanescente da velha Europa, que sobreviveu sozinha por séculos, enquanto outras línguas desapareceram, antes da disseminação das línguas indo-europeias. Atualmente, a língua é falada no País de Basco por cerca de 750.000 falantes nativos.

2 – Ainu

Sem uma forma escrita inicial, o Ainu é a língua do povo Ainu, nativo do norte do Japão. Dessa forma, o idioma antecede o povo japonês moderno. Contudo, por sua vez, o Ainu é um idioma isolado, sem nenhuma conexão com o japonês. Entretanto, existem algumas conexões com as línguas paleo-siberianas.

3 – Árabe

Pertencente ao grupo de línguas semíticas, a língua árabe está entre as mais antigas que ainda estão em uso. Embora abranja uma série de subgrupos e variantes, o idioma é unificado e padronizado em forma de Árabe Clássico. Alguns de seus escritos datam de 125 d.C. Além disso, esse também é um ótimo exemplo de uma língua, pertencente a uma nação poderosa, que pode se estabelecer e sobreviver por séculos, em sua forma original. Por meio da disseminação, a língua influenciou diversos idiomas modernos em todo o mundo.

4 – Tâmil

O Tâmil é parte das línguas dravídicas e é falado pelo povo Tâmil, que é nativo da parte meridional do subcontinente indiano. Contudo, o Tâmil não possui conexão “genética” com o idioma Hini, dominante na Índia. Com cerca de 75 milhões de falantes nativos em todo o mundo, o idioma tem uma longa tradição, que sobrevive até hoje. Sua forma escrita mais antiga data de 300 a.C., além de mais de 2000 anos de história.

5 – Persa

A língua Persa, também conhecida como Farsi, é um idioma indo-europeu, amplamente utilizado e muito antigo, pertencente à subdivisão indo-iraniana. Além disso, possui cerca de 70 milhões de falantes nativos, ao redor do mundo. Seus primeiros escritos datam do século VI a.C., mas sua história é conhecida muito antes disso. O persa antigo era a língua do Império Aquemênida, que durou de 550 a.C. a 330 a.C., e mais tarde, esteve presente no Império Sasaniano.

6 – Chinês

Todos sabemos que a história chinesa remonta de muito tempo. Além disso, ela sempre esteve presente entre as civilizações mais avançadas da Terra. Dessa forma, o idioma chinês é igualmente antigo e também está entre os idiomas mais exclusivos do mundo. Seja na forma escrita como na fala, seu sistema é altamente complexo e possui cerca de 100.000 símbolos diferentes. Com isso, a escrita mais antiga do chinês data de 1250 a.C..

7 – Aramaico

Dentro do grupo semítico noroeste das línguas afro-asiáticas, o aramaico está certamente entre as línguas mais antigas do mundo. O idioma possui cerca de 3.100 anos de história escrita, colocando-o no topo dessa lista. Originalmente a língua da tribo aramiana, o idioma se espalhou rapidamente pelas regiões do Levante, Síria e Mesopotâmia. Em 1000 a.C., já havia reinos estabelecidos com a língua e algumas inscrições reais, que podem ser datadas do século 10 a.C.

Maldição do sarcófago de faraó matou pelo menos 13 pessoas

Quase 100 anos após episódios, o mistério ronda uma das descobertas científicas mais importantes da era moderna

Em novembro de 1922 o arqueólogo Howard Carter entrou numa tumba antes lacrada e deu uma olhada no que tinha lá dentro. Segundo registros, ele disse que para os que o acompanhavam: “Aqui dentro, vejo maravilhas”.

Era a tumba do Faraó Tutancâmon, cheia de tesouros e belezas. Mas que carregava consigo uma maldição descrita como “terrível” anos depois

Em novembro de 1922 o arqueólogo Howard Carter entrou numa tumba antes lacrada e deu uma olhada no que tinha lá dentro. Segundo registros, ele disse que para os que o acompanhavam: 'Aqui dentro, vejo maravilhas'.Era a tumba do Faraó Tutancâmon, cheia de tesouros e belezas. Mas que carregava consigo uma maldição descrita como 'terrível' anos depois
Foto: Reprodução/University of Oxford

A história da suposta maldição do túmulo do faraó (até então um monarca obscuro da chamada dinastia XVIII) até hoje é tema de especulações intensas, quanto de quem acredita quanto de investigadores que a desmentem

A história da suposta maldição do túmulo do faraó (até então um monarca obscuro da chamada dinastia XVIII) até hoje é tema de especulações intensas, quanto de quem acredita quanto de investigadores que a desmentem
Foto: Reprodução/University of Oxford

O acontecimento, que foi desencadeado há quase 100 anos, foi revisitado recentemente pelo documentário Top 10 Secrets and Mysteries

Mesmo após tanto tempo, a descoberta do túmulo de Tutancâmon foi considerado “a maior descoberta da história da egiptologia”

Mesmo após tanto tempo, a descoberta do túmulo de Tutancâmon foi considerado 'a maior descoberta da história da egiptologia'LEIA ISSO: No Google Maps! OVNI aparece perto do Triângulo das Bermudas
Foto: Reprodução/University of Oxford

Muito porque a maioria dos túmulos de faraós já haviam sido saqueados por ladrões de túmulos séculos antes, Já Tutancâmon dormia um sono de 3 mil anos intacto, com todos seus tesouros, Após três meses recolhendo e classificando os tesouros da câmara, Howard Carter e Lorde Carnarvon, patrocinador da expedição, estavam prontos para abrir a câmara mortuária, onde estava o corpo do rei. O local era impressionante: três caixões de ouro maciço, um dentro do outro, guardavam o corpo dele.

O local era impressionante: três caixões de ouro maciço, um dentro do outro, guardavam o corpo dele
Foto: Reprodução/University of Oxford

Em abril de 1923 Lorde Carnavon morreu em circunstâncias estranhas, Ele se cortou fazendo a barba perto de uma picada de mosquito e a infecção lhe causou febre. Além do arqueólogo Howard Carter, outro que defendeu posteriormente que a morte de Carnavon foi causada por uma maldição foi Arthur Conan Doyle, autor do livros de Sherlock Holmes.
O caso da Maldição da Tumba de Tut pode ser um exemplo de histeria coletiva, juntando evidências reais com falseamento de fatos. Mas é inegável que uma série de acontecimentos documentados carregou em si uma certa estranheza difícil de afastar até para os mais céticos.

Para ter uma ideia, no dia que Carter descobriu a entrada do túmulo de Tut (mais rápido de escrever que Tutancâmon, você há de concordar), uma cobra entrou em sua casa e matou seu canário.

Minutos depois da morte de Carnavon, um blecaute geral atingiu o Cairo e duas horas depois seu cachorro soltou um longo uivo e morreu. Se lembrarmos que as najas eram um dos símbolos da monarquia egípcia, presente até na máscara mortuária de Tut, o fato parece significativo e um presságio de algo ruim.

Se lembrarmos que as najas eram um dos símbolos da monarquia egípcia, presente até na máscara mortuária de Tut, o fato parece significativo e um presságio de algo ruim
Foto: Reprodução/University of Oxford

A imprensa da época ficou obcecada com tal feito significativo e passou a cobrir com algum alarde qualquer morte ligada aos presentes na expedição ao túmulo.

A imprensa da época ficou obcecada com tal feito significativo e passou a cobrir com algum alarde qualquer morte ligada aos presentes na expedição ao túmuloVEJA MAIS: Megan Fox se tornou a nova musa da ufologia e dos conspiratórios
Foto: Reprodução/University of Oxford

Em 16 de maio, foi a vez de George Jay Gould I morrer após visitar o túmulo. O motivo oficial da sua morte é “febre do Nilo”. Nos meses seguintes, mais mortes sinistras: príncipe Ali Kemal Fahmy Bey e o milionário sul-africano Woolf Joel foram assassinados e o deputado britânico Aubrey Herbert ficou cego e morreu de envenenamento do sangue enquanto extraía os dentes para tentar restaurar a visão. Todos esses estão entre os primeiros visitantes do túmulo de Tutancâmon e morreram com a diferença de poucos meses.

Todos esses estão entre os primeiros visitantes do túmulo de Tutancâmon e morreram com a diferença de poucos mesesLEIA TAMBÉM: Veja as coisas mais bizarras já encontradas em banheiros
Foto: Reprodução/University of Oxford

Além disso, Hebert era meio-irmão de Carnavon, o que aumento a tragédia da família. Em 1924 ocorreram mais mortes: Sir Archibald Douglas-Reid, responsável pelo raio-X do monarca morreu de uma doença não identificada; Hugh Evelyn-White veio logo depois, escrevendo com sangue “sucumbi a uma maldição” e se enforcando.

Em novembro de 1924, Sir Lee Stack, governador britânico do Sudão, foi morto a tiros nas ruas do Cairo. Ele também foi um dos primeiros visitantes do túmulo de Tut.

Quer mais? Howard Carter deu para seu amigo íntimo Sir Bruce Ingham um peso de papel que nada mais era que uma mão mumificada com uma pulseira de escaravelho em que estava (supostamente) escrito “Amaldiçoado seja aquele que move meu corpo. Para ele virá fogo, água e pestilência”. Dois meses depois a casa de Ingham pegou fogo. Ele a reconstruiu e um ano depois ela foi inundada.
Tem mais! Em 1926 foi a vez de George Benedite, do Museu do Louvre, que morreu um mês após visitar a tumba. Aaron Ember, outro dos primeiros visitantes, morreu no mesmo ano após sua casa pegar fogo.
Austin Mace, principal ajudante de Carter, morreu em 1928, vítima de uma fraqueza causada por envenenamento por arsênico. Em 1929 morreu Richard Bethell, um documentador que ajudou Carter, morreu sufocado sem explicações em sua cama. Ainda em 1929, o pai de Bethel se jogou do sétimo andar, deixando até uma nota de suicídio. O outro meio-irmão de Carnavon teve o mesmo destino, morrendo de “pneumonia causada por malária”.
Em 6 anos, foram pelo menos 13 pessoas com ligações fortes com a descoberta do túmulo do rei. Obviamente existem diversas explicações razoáveis para isso. A primeira delas é a presença de um fungo mortal (Aspergillus Niger) nas paredes e chão do túmulo, que poderia se somar a venenos deixados pelos próprios servos do faraó. Além disso, dois mortos se suicidaram, talvez por medo de morrerem de formas violentas.
Alguns até acusaram o próprio Carter (que morreria 15 anos depois, de causas naturais) de querer causar medo com a maldição para evitar que outros egiptólogos fuçassem duas descobertas. O próprio Carnavon também pode ter ajudado indiretamente a criar a maldição, ao dar ao jornal Times de Londres direitos exclusivos de cobrir tudo sobre a expedição. Mas a maldição de Tutancâmon prossegue como um mistério grande e assustador, mesmo com explicações.

Lua de Sangue – o eclipse total da Superlua

O nome pode parecer assustador, mas a Lua de Sangue, ou Lua Sangrenta, é um dos fenômenos astronômicos mais belos que podemos observar a olho nu. Como a lua sangrando pode ser algo belo? Na verdade, Lua de Sangue é só um nome impactante que deram para o fenômeno em que a lua fica avermelhada. Portanto, fiquem tranquilos, a lua não sangra.

O fenômeno é raro e acontece em eclipses da Superlua. O eclipse lunar ocorre quando o Sol, a Terra e a Lua estão em perfeito alinhamento, e o planeta fica no centro. Em relação ao Sol, a Lua é ocultada pela Terra, ou seja, os raios solares não chegam até o satélite, e a sombra do planeta é projetada na Lua, que “escurece”. Já a superlua ocorre quando o satélite está na sua fase cheia e no ponto mais próximo da Terra, conhecido como perigeu. 

A junção dos dois fenômenos, eclipse lunar e superlua, causa a Lua de Sangue. A cor avermelhada  deve-se a uma relação entre a proximidade da Lua com a atmosfera terrestre e os raios solares. O sol emite luzes de todas as cores, mas quando a Lua está próxima da Terra, apenas as cores de baixa frequência, como o vermelho, são refletidas da atmosfera terrestre para o nosso satélite natural, o que torna a Lua vermelha.

O nome pode parecer assustador, mas a Lua de Sangue, ou Lua Sangrenta, é um dos fenômenos astronômicos mais belos que podemos observar a olho nu. Como a lua sangrando pode ser algo belo? Na verdade, Lua de Sangue é só um nome impactante que deram para o fenômeno em que a lua fica avermelhada. Portato, fiquem tranquilos, a lua não sangra.

Quando presenciar

A superlua não é um fenômeno raro e acontece sempre que ela atinge sua fase cheia a menos de 24 horas do perigeu. Quando isso ocorre, vemos uma lua maior e mais brilhante, principalmente quando ela surge no horizonte. Segundo a Agência Espacial dos Estados Unidos (NASA), as superluas acontecem, em média, uma vez por ano. No entanto, em 2015, o fenômeno ocorreu três vezes. 

A Lua de Sangue, por sua vez, é algo raro de se presenciar, pois depende de o eclipse total lunar ocorrer justamente no período de superlua.

Tanto a Superlua quanto a Lua de Sangue podem ser observadas de qualquer parte do planeta. A única restrição é em relação às nuvens. Se o tempo estiver nublado, dificilmente os fenômenos serão observados. Também não é preciso nenhum tipo de equipamento, mas a Lua fica ainda mais bonita se observada com luneta ou telescópio.

Mitos

Ao longo da história, a Lua de Sangue foi acompanhada de diversos mitos. Algumas religiões acreditam que o acontecimento indica a chegada de um profeta, apocalipse, tragédias, guerras etc. Os astrônomos não acreditam nessas profecias e afirmam que as religiões sempre usaram fenômenos astronômicos para marcar a mudança de uma Era. Sendo presságio ou não, a verdade é que esses fenômenos sempre despertam nossa curiosidade.

Lua de Sangue
Lua de Sangue

LEME, Adriano. “Lua de Sangue”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/lua-sangue.htm

Fatos interessantes que você provavelmente não sabia

Slide 2 de 62: Red aluminium can,straw on sparking water can. sweet drinking. un-healthy food concept

A tampinha não serve apenas como alavanca para você poder abrir a lata; ela também pode ser girada para prender o canudo. 

@kckate16/Getty Images

Slide 3 de 62: Man sitting under The Milky Way Galaxy with light on his hands.

Cerca de 96 porcento do universo é invisível. As únicas coisas que podemos ver através dos nossos olhos nus ou telescópios são os planetas e estrelas, que representam uma pequena parte do espaço. A maioria da massa do universo é feita de matéria e energia negra, cuja as presenças só são sentidas pela atração gravitacional dos planetas. Pesquisas ainda estão sendo feitas para entender melhor essas partículas. 

bjdlxz/Getty images

Slide 4 de 62: Biathlon training during winter blizzard.

O álcool é considerado como uma droga para melhorar a performance no esporte de tiro. Consumir uma pequena quantidade de álcool diminuí os batimentos cardíacos dos atiradores e ajudam eles a manter a calma, o que é algo muito importante para este esporte. Em 2008, a Agência Mundial de Anti-Doping baniu esta droga neste específico esporte. 

vm/Getty images

Slide 5 de 62: A top view image of several sharpened pencils and a opened notebook.

Em média, um lápis pode desenhar uma linha de 61,2 quilômetros ou escrever aproximadamente 45.000 palavras.

Pam Walker/ Getty images

Slide 6 de 62: Solar Eclipse - diamond ring

O diâmetro do sol é 400 vezes maior do que o da lua. O sol também fica 400 vezes mais distante da Terra. É por isso que o sol e a lua aparecem no mesmo tamanho no céu. Além disso, esta também é a razão pela qual podemos testemunhar o eclipse solar completo.

Aarstudio/Getty images

Slide 7 de 62: Blue and orange sunset sky with rays of sun. Natural landscape for background

Em média, um fóton leva milhares de anos para alcançar a superfície do sol a partir de seu núcleo. Entretanto, um fóton demora menos de oito minutos para alcançar a superfície do nosso planeta. 

Dovapi/Getty Images

Slide 8 de 62: medically accurate illustration of human sperms

Em termos de DNA, um único esperma carrega cerca de 37,5 megabytes de dados. Isso significa que uma ejaculação transfere cerca de 1.500 terabytes de dados por segundo. 

Eraxion/Getty images

Slide 9 de 62: West Indian Manatee

Os peixes-boi usam seus “peidos” para nadar; eles fazem isso regulando a distribuição de gases intestinais. Desse jeito, eles podem escolher entre segurar o gás para ficar mais flutuantes e assim atingir a superfície da água, ou eles podem liberar o gás para poderem mergulhar. 

James R.D.Scott/ Getty images

Slide 10 de 62: Aedes mosquito sucking blood

Um mosquito possui 47 dentes, ou bordas afiadas no seu probóscide (órgão sugador), que o ajuda a penetrar na pele. 

Noppaharat05081977/Getty images

China ‘recruta’ 100 mil patos para deter 400 bilhões de gafanhotos.

Insetos devem chegar ao país pela fronteira com o Paquistão, que enfrenta pior infestação das últimas duas décadas

Avante, Patos!

Avante, Patos!

Foto: AFP

A Índia enviou drones para pulverizar os gafanhotos no céu. Uganda tentou exterminá-los por terra, usando 2 mil soldados para borrifar pesticida. A China fez diferente: enviou um “exército” de 100 mil patos para combater a nuvem de 400 bilhões de gafanhotos que se aproximam do país, informou nesta quarta-feira, 19, a emissora estatal CGTN.

Os insetos se aproximam da China por meio da fronteira com o Paquistão. Em um vídeo postado pela CGTN é possível ver ‘tropas’ de patos caminhando por rodovias do país. A emissora afirma que eles estão se reunindo para enfrentar uma “possível emergência”.

Vizinho da China, o Paquistão enfrenta a pior infestação de gafanhotos das últimas duas décadas. O país declarou uma emergência nacional por causa dos enxames no início deste mês.

Os gafanhotos do deserto, grandes herbívoros, chegaram do Irã e já danificaram algodão, trigo e outras culturas. Condições climáticas favoráveis e uma resposta tardia do governo ajudaram os insetos a atacarem as áreas de cultivo, e seu potencial para destruição em larga escala está aumentando o medo de insegurança alimentar no país.

Khusro Bakhtiar, ministro de Segurança Alimentar do Paquistão, informou que o enxame está atualmente na fronteira entre o país e a Índia. “Foram tomadas medidas contra o inseto em mais de 121 milhões de hectares e 20 mil hectares foram pulverizados”, disse ele.

Nos últimos meses de 2019, enxames de gafanhotos do deserto invadiram o leste da África, devastando colheitas, dizimando pastagens e aprofundando uma crise de fome. As Nações Unidas dizem que centenas de milhões de insetos invadiram a região do Chifre da África no pior surto em um quarto de século.

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Médico legista dos EUA faz uma inédita autópsia de Cristo e explica, cientificamente, o que ocorreu em seu corpo durante o calvário

CALVÁRIO Após a sua condenação, Jesus enfrenta 18 horas de tortura até morrer na cruz

De duas, uma: sempre que a ciência se dispõe a estudar as circunstâncias da morte de Jesus Cristo, ou os pesquisadores enveredam pelo ateísmo e repetem conclusões preconcebidas ou se baseiam exclusivamente nos fundamentos teóricos dos textos bíblicos e não chegam a resultados práticos. O médico legista americano Frederick Zugibe, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da Universidade de Columbia, acaba de quebrar essa regra. Ele dissecou a morte de Jesus com a objetividade científica da medicina, o que lhe assegurou a imparcialidade do estudo. Temente a Deus e católico fervoroso, manteve ao longo do trabalho o amor, a devoção e o respeito que Cristo lhe inspira. Zugibe, 76 anos, juntou ciência e fé e atravessou meio século de sua vida debruçado sobre a questão da verdadeira causa mortis de Jesus. Escreveu três livros e mais de dois mil artigos sobre esse tema, todos publicados em revistas especializadas, nos quais revela como foi a crucificação e quais as conseqüências físicas, do ponto de vista médico, dos flagelos sofridos por Cristo durante as torturantes 18 horas de seu calvário. O interesse pelo assunto surgiu em 1948 quando ele estudava biologia e discordou de um artigo sobre as causas da morte de Jesus. Desde então, não mais deixou de pesquisar e foi reconstituindo com o máximo de fidelidade possível a crucificação de Cristo. Nunca faltaram, através dos séculos, hipóteses sobre a causa clínica de sua morte. Jesus morreu antes de ser suspenso na cruz? Morreu no momento em que lhe cravaram uma lança no coração? Morreu de infarto? O médico legista Zugibe é categórico em responder “não”. E atesta a causa mortis: Jesus morreu de parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos. Para se chegar a esse ponto é preciso, no entanto, que antes se descreva e se explique cada etapa de seu sofrimento.

Zugibe trabalhou empiricamente. Ele utilizou uma cruz de madeira construída nas medidas que correspondem às informações históricas sobre a cruz de Jesus (2,34 metros por 2 metros), selecionou voluntários para serem suspensos, monitorou eletronicamente cada detalhe – tudo com olhos e sentidos treinados de quem foi patologista-chefe do Instituto Médico Legal de Nova York durante 35 anos. As suas conclusões a partir dessa minuciosa investigação são agora reveladas no livro A crucificação de Jesus – as conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal, recém-lançado no Brasil (Editora Idéia e Ação) “Foi como se eu estivesse conduzindo uma autópsia ao longo dos séculos”, escreve o autor na introdução da obra. Trata-se de uma viagem pela qual ninguém passa incólume – sendo religioso, agnóstico ou ateu. O ponto de partida é o Jardim das Oliveiras, quando Jesus se dá conta do sofrimento que se avizinha: condenação, açoitamento e crucificação. Relatos bíblicos revelam que nesse momento “o seu suor se transformou em gotas de sangue que caíram ao chão”. A descrição (feita pelo apóstolo Lucas, que era médico) condiz, segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo.

RELIGIÃO “Em nenhum momento meu livro contradiz as escrituras. Os meus estudos só reforçaram a minha fé em Deus”, diz o legista Zugibe

Ao chegar ao local de sua morte, as mãos de Jesus foram pregadas à cruz com pregos de 12,5 centímetros de comprimento. Esses objetos perfuraram as palmas de suas mãos, pouco abaixo do polegar, região por onde passam os nervos medianos, que geram muita dor quando feridos. Já preso à trave horizontal, Cristo foi suspenso e essa trave, encaixada na estaca vertical. Os pés de Jesus foram pregados na cruz, um ao lado do outro, e não sobrepostos – mais uma vez, ao contrário do que a arte e as imagens representaram ao longo de séculos. Os pregos perfuraram os nervos plantares, causando dores lancinantes e contínuas.

Preso à cruz, Cristo passou a sofrer fortes impactos físicos. Para conhecê-los em detalhes, o médico legista reconstituiu a crucificação com voluntários assistidos por equipamentos médicos. Os voluntários tinham entre 25 e 35 anos e o monitoramento físico incluiu eletrocardiograma, medição da pulsação e da pressão sangüínea. Eletrodos cardíacos foram colados ao peito dos voluntários e ligados a instrumentos para testar o stress e os batimentos cardíacos. Todos os voluntários observaram que era impossível encostar as costas na cruz. Eles sentiram fortes cãibras, adormecimento das panturrilhas e das coxas e arquearam o corpo numa tentativa de esticar as pernas.

Será que o homem foi mesmo a Lua? Por que muitos nāo acreditam?

Cinco décadas após o pouso da Apollo 11, ainda há quem questione um dos maiores feitos da corrida espacial

Quase tão antiga quanta a ida do homem à Lua é a crença de que o homem nunca foi à Lua. Logo que Neil Armstrong deu o “pequeno passo para um homem”, adeptos de teorias da conspiração começaram a denunciar que tudo não passava de um grande passo para a falsidade. Segundo pesquisa divulgada nesta semana pelo Datafolha, 26% dos brasileiros acreditam que foi farsa.

Para essa turma, a operação Apollo seria apenas uma encenação feita pelos Estados Unidos para desviar as atenções do desastre da Guerra do Vietnã e para vencer, de mentirinha, a corrida espacial contra a União Soviética, que estaria em franca vantagem tecnológica.

Confira as teorias conspiratórias levantadas pelos negacionistas – e a explicação de por que eles estão errados:

A qualidade das fotos

Divulgação / NASA

Teoria conspiratória

As fotos da chegada do homem à Lua seriam de qualidade altíssima, incompatível com as condições existentes, portanto teriam sido feitas em estúdio.

Explicação 

Existem muitas fotos de baixa qualidade tiradas na Lua, mas a Nasa só divulgou as melhores. Os astronautas usaram câmeras de alta resolução e filme de 70 milímetros.

Nasa divulgou apenas as melhores fotos/ Divulgação / NASA


A ausência de estrelas

Divulgação / NASA

Teoria conspiratória 

Não aparecem estrelas no céu nas imagens feitas durante o pouso na Lua. Segundo os conspiracionistas, elas deveriam estar lá. Para eles, a Nasa teria feito a encenação do pouso sem estrelas para impedir que alguém fosse capaz, pela posição delas, de demonstrar que o filme e as fotos foram produzidos na Terra.

Explicação 

Os desembarques ocorreram sempre durante o dia lunar, quando as estrelas são ofuscadas pela luz do Sol que se reflete na superfície do satélite. Assim, a luz fraca emitida pelas estrelas não oferece exposição suficiente para ser captada pelas câmeras. Além disso, máquinas fotográficas podem deixar o fundo escuro quando o objeto em primeiro plano está iluminado. Especialistas notam que estrelas raramente são vistas em fotos feitas do ônibus espacial, da estação Mir ou mesmo durante eventos esportivos noturnos.

5 Livros que não foram incluídos na Bíblia

Atualmente 66 livros formam as escrituras sagradas do cristianismo, mas ela deveria ter alguns a mais. Ao longo da história, dezenas de livros foram excluídos da bíblia, eles são conhecidos como apócrifos.

Alguns foram excluídos por razões óbvias, outros provavelmente não foram bem aceitos popularmente ou podem ter sido considerados muito obscuros. No entanto, ainda não existem informações exatas sobre os critérios para a escolha de uns e descartes de outros.

1. A Epístola de Barnabé

barnabé

A Epístola de Barnabé é um livro escrito entre 70 e 130 d.C. O conteúdo dele foi escrito depois da destruição do templo de Jerusalém e antes da rebelião judaica em 132.  Não se sabe ao certo que ele foi escrito por Barnabé, companheiro do apóstolo Paulo, ou por outro Barnabé. Ele provavelmente gerou muita polêmica porque rejeitava os ensinamentos que vieram do judaísmo.

2.Apocalipse de Pedro

APOCALIPSE

O Apocalipse mais conhecido é o Livro do Apocalipse de São João, mas não era o único a ser lido pelos primeiros cristãos. Um dos mais populares e amplamente divulgados foi o Apocalipse de Pedro, escrito em forma de diálogo entre Jesus e seus seguidores. Basicamente, o livro descrevia coisas horríveis que acontecem no inferno e as maravilhas do céu. O Apocalipse de Pedro também dava detalhes sobre as punições para quem fosse condenado ao inferno, como ser pendurado pela língua ou pelos cabelos e pés em óleo fervendo.

3. Evangelho da Infância de Tiago

evangelho

Os estudiosos da história da bíblia afirmam que os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João foram  escritos no início do surgimento do cristianismo, ou seja, antes dos outros 23 livros. No início, além dos citados, houve também a criação de outros evangelhos, que ficaram conhecidos como “os evangelhos da infância”, porque tratavam justamente da infância de Jesus. Um dos mais famosos é=foi o “Evangelho da Infância de Tiago”.

O livro falava da importância de Maria e descrevia o nascimento e adolescência da mãe de Jesus. Ele também dava detalhes sobre o genocídio de crianças por Herodes em Belém, o exílio inicial de Jesus no Egito e o crescimento do seu primo João Batista. O Evangelho da Infância de Tiago apresenta uma diferença: Jesus nasce em uma caverna.

4. Evangelho de Tomé

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O Evangelho de Tomé foi um dos livros mais famosos não incluídos no Novo Testamento.Ele foi redescoberto como parte da Biblioteca de Nag Hammadi em 1945. Não existem evidências de que ele tenha sido amplamente lido pelos primeiros cristão. O Evangelho de Tomé é uma coleção de ditos atribuídos a Jesus e não uma narrativa da vida dele. Ao contrário dos evangelhos narrativos, este livro não menciona a morte e ressurreição de Jesus, mas se concentra nos ensinamentos e como eles levam a vida eterna.

5. Epístola Perdida aos Coríntios

epistola

1ª e 2ª carta aos Coríntios, é claro, são os pilares principais das epístolas de Paulo no Novo Testamento. Estas cartas são a base da Ética Cristã e da importância de Paulo, mas havia outras cartas entre Paulo e a Igreja em Corinto. A primeira aparentemente foi escrita antes de 1 Coríntios e é referenciada por Paulo em 1 Coríntios 5:9 “Eu escrevi para você em minha carta (anterior) para não se associar com pessoas sexualmente imorais.”

Nós se tem evidências desta carta ter sido escrita a partir desta referência . Seria fascinante ver a outra correspondência onde Paulo exorta aos moradores cristãos de Corintho, mas esta é aquela informação provavelmente perdida para sempre.

Créditos ,imagens e ilustracões fatosdesconhecidos

6 fatos interessantes sobre a Terra que talvez você não conheça

Você conhece bem o planeta em que vive?

De longe é apenas um “Pálido Ponto Azul”, mas para nós, a Terra é o planeta mais importante, e o único que possibilita a nossa existência. Sua complexidade, beleza e força têm nos guiado há milênios, e é aqui que a vida como conhecemos existe e evolui.

Mas será que a maioria das pessoas conhece alguns fatos importantes sobre nosso próprio planeta? É aqui que todos nós (exceto os astronautas) vivemos por toda nossas vidas. Mas qual é o nosso conhecimento sobre o mundo em que vivemos? Provavelmente você deve estar se lembrando de diversas curiosidade neste momento, mas aqui temos 6 fatos interessantes sobre o planeta Terra que você precisa conhecer:

As placas tectônicas salvam nossas vidas

Da próxima vez que você souber de um terremoto ou de uma erupção vulcânica, não acredite que seja algo ruim, a longo prazo. O nosso planeta Terra é o único que possui placas tectônicas, que basicamente são regiões da crosta terrestre quebradas, que “flutuam” sobre o magma. Essas placas se movem, e colidem umas com as outras. Quando isso ocorre, uma delas acaba penetrando embaixo da outra, permitindo a formação de uma nova crosta.

Regiões de encontro das placas tectônicas do planeta Terra.
Créditos: divulgação

Esse processo é muito importante em vários sentidos. Além de ajudar na formação geológica, criando montanhas, fossas marinhas, erupções, terremotos, etc…, ele ajuda na reciclagem do carbono.
Quando plantas microscópicas morrem no oceano, elas se acumulam lá no fundo, e após longos períodos, esse carbono acumulado acaba retornando para o interior da Terra para uma reciclagem natural. Esse processo retira parte do carbono da atmosfera, o que garante que o nosso planeta não se torne como Vênus, em um efeito estufa aniquilador. Sem a ação das placas tectônicas, não haveria forma de reciclar o carbono, e nosso planeta seria um verdadeiro inferno.

A Terra é ‘quase’ uma esfera

Muitas pessoas tendem a dizer que a Terra é redonda como uma esfera. Em partes, essa firmação não está errada, mas também não está muito correta. Graças a Astronomia moderna, cientistas entenderam que o formato da Terra é na verdade como de uma esfera achatada. Esse formato é mais conhecido como “esferoide oblato”.

A Terra é um esferoide oblato, e as medidas confirmam isso.
Créditos: Galeria do Meteorito

Esse formato é similar a uma esfera, porém, a região do equador é mais alongada do que as regiões do polo. No caso da Terra, isso se dá por conta de sua rotação. Se medirmos a Terra de polo a polo, veremos que a medida será menor do que se medirmos a Terra pelo equador. Para se ter uma ideia desse efeito, apesar da montanha mais alta do nosso planeta ser o Monte Everest, a região mais distante do centro da Terra é na verdade o Monte Chimborazo, no país Equador.

A Terra é feita basicamente de Ferro, Oxigênio e Silício

Camadas da Terra: Crosta, Manto, Núcleo Externo e Núcleo Interno.
Créditos: divulgação

Se separássemos a Terra em grandes pilhas de materiais, teríamos 32.1% de ferro, 30.1% de oxigênio, 15.1% de silício e 13.9% de magnésio. Claro, a maior parte desse ferro está concentrada no núcleo da Terra, que por sua vez é composto por 88% de ferro. Se pegarmos uma amostra apenas da crosta terrestre, encontramos cerca de 47% de oxigênio.

70% da superfície da Terra é coberta por água

Créditos: divulgação

Quando os primeiros exploradores espaciais olharam para a Terra durante suas missões, eles apelidaram a Terra de “Planeta Azul”. Até hoje esse apelido é conhecido, e não é a toa, afinal, 70% de toda sua superfície é coberta por água. Os 30% restantes da superfície é seca, acima do nível do mar. Essas regiões são chamadas de Crostas Continentais.

A atmosfera da Terra se estende a 10.000 km

A atmosfera da Terra é muito espessa até os 50 km de altitude, mas ela chega até a 10.000 km acima da superfície. A atmosfera é composta por 5 camadas: Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Termosfera e Exosfera. Como regra, a pressão do ar e sua densidade decaem conforme ganhamos altitude, portanto, a Exosfera, camada mais externa, é a região menos densa e com menor pressão de toda nossa atmosfera, porém, é a maior e mais larga de todas. Para se ter uma ideia, 75% de toda nossa atmosfera está concentrada em apenas 11 km acima da superfície.

Créditos: divulgação

A Exosfera é composta por hidrogênio, hélio, e outras moléculas um pouco mais pesadas, incluindo nitrogênio, oxigênio e dióxido de carbono. O ar da Exosfera possui uma densidade tão baixa que as moléculas se encontram muito distantes umas das outras, e seu comportamento não é de gás, e as partículas frequentemente escapam para o espaço.


A Terra é o único planeta que abriga a vida como conhecemos

Já descobrimos água e moléculas orgânicas em Marte, e blocos essenciais para a vida em Titã, lua de Saturno. Já detectamos amino-ácidos em nebulosas no espaço profundo, e os cientistas especulam a possibilidade de haver vida nos oceanos subterrâneos de Europa, lua de Júpiter, ou até mesmo em Titã. Mas a Terra é o único mundo em que a vida existe de verdade, pelo menos até onde sabemos. Mas será que existe vida em outros mundos?

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Há grandes indícios que apontam que sim, mas para solucionar essa dúvida tão inquietante, cientistas de diversos países e de diversas agências espaciais buscam por indícios de vida em outros mundos, e futuras missões de exploração espacial devem nos ajudar a elucidar essas questões.

Grandes telescópios de rádio devem nos ajudar a captar prováveis sinais vindos de outras civilizações que por ventura, existam em outros pontos da nossa Galáxia. Mas POR ENQUANTO, a Terra continua sendo o único planeta conhecido que abriga a vida.


Imagens:/divulgação / Galeria do Meteorito / NASA / ESA / Wikipedia / divulgação