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Será que o homem foi mesmo a Lua? Por que muitos nāo acreditam?

Cinco décadas após o pouso da Apollo 11, ainda há quem questione um dos maiores feitos da corrida espacial

Quase tão antiga quanta a ida do homem à Lua é a crença de que o homem nunca foi à Lua. Logo que Neil Armstrong deu o “pequeno passo para um homem”, adeptos de teorias da conspiração começaram a denunciar que tudo não passava de um grande passo para a falsidade. Segundo pesquisa divulgada nesta semana pelo Datafolha, 26% dos brasileiros acreditam que foi farsa.

Para essa turma, a operação Apollo seria apenas uma encenação feita pelos Estados Unidos para desviar as atenções do desastre da Guerra do Vietnã e para vencer, de mentirinha, a corrida espacial contra a União Soviética, que estaria em franca vantagem tecnológica.

Confira as teorias conspiratórias levantadas pelos negacionistas – e a explicação de por que eles estão errados:

A qualidade das fotos

Divulgação / NASA

Teoria conspiratória

As fotos da chegada do homem à Lua seriam de qualidade altíssima, incompatível com as condições existentes, portanto teriam sido feitas em estúdio.

Explicação 

Existem muitas fotos de baixa qualidade tiradas na Lua, mas a Nasa só divulgou as melhores. Os astronautas usaram câmeras de alta resolução e filme de 70 milímetros.

Nasa divulgou apenas as melhores fotos/ Divulgação / NASA


A ausência de estrelas

Divulgação / NASA

Teoria conspiratória 

Não aparecem estrelas no céu nas imagens feitas durante o pouso na Lua. Segundo os conspiracionistas, elas deveriam estar lá. Para eles, a Nasa teria feito a encenação do pouso sem estrelas para impedir que alguém fosse capaz, pela posição delas, de demonstrar que o filme e as fotos foram produzidos na Terra.

Explicação 

Os desembarques ocorreram sempre durante o dia lunar, quando as estrelas são ofuscadas pela luz do Sol que se reflete na superfície do satélite. Assim, a luz fraca emitida pelas estrelas não oferece exposição suficiente para ser captada pelas câmeras. Além disso, máquinas fotográficas podem deixar o fundo escuro quando o objeto em primeiro plano está iluminado. Especialistas notam que estrelas raramente são vistas em fotos feitas do ônibus espacial, da estação Mir ou mesmo durante eventos esportivos noturnos.

5 Livros que não foram incluídos na Bíblia

Atualmente 66 livros formam as escrituras sagradas do cristianismo, mas ela deveria ter alguns a mais. Ao longo da história, dezenas de livros foram excluídos da bíblia, eles são conhecidos como apócrifos.

Alguns foram excluídos por razões óbvias, outros provavelmente não foram bem aceitos popularmente ou podem ter sido considerados muito obscuros. No entanto, ainda não existem informações exatas sobre os critérios para a escolha de uns e descartes de outros.

1. A Epístola de Barnabé

barnabé

A Epístola de Barnabé é um livro escrito entre 70 e 130 d.C. O conteúdo dele foi escrito depois da destruição do templo de Jerusalém e antes da rebelião judaica em 132.  Não se sabe ao certo que ele foi escrito por Barnabé, companheiro do apóstolo Paulo, ou por outro Barnabé. Ele provavelmente gerou muita polêmica porque rejeitava os ensinamentos que vieram do judaísmo.

2.Apocalipse de Pedro

APOCALIPSE

O Apocalipse mais conhecido é o Livro do Apocalipse de São João, mas não era o único a ser lido pelos primeiros cristãos. Um dos mais populares e amplamente divulgados foi o Apocalipse de Pedro, escrito em forma de diálogo entre Jesus e seus seguidores. Basicamente, o livro descrevia coisas horríveis que acontecem no inferno e as maravilhas do céu. O Apocalipse de Pedro também dava detalhes sobre as punições para quem fosse condenado ao inferno, como ser pendurado pela língua ou pelos cabelos e pés em óleo fervendo.

3. Evangelho da Infância de Tiago

evangelho

Os estudiosos da história da bíblia afirmam que os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João foram  escritos no início do surgimento do cristianismo, ou seja, antes dos outros 23 livros. No início, além dos citados, houve também a criação de outros evangelhos, que ficaram conhecidos como “os evangelhos da infância”, porque tratavam justamente da infância de Jesus. Um dos mais famosos é=foi o “Evangelho da Infância de Tiago”.

O livro falava da importância de Maria e descrevia o nascimento e adolescência da mãe de Jesus. Ele também dava detalhes sobre o genocídio de crianças por Herodes em Belém, o exílio inicial de Jesus no Egito e o crescimento do seu primo João Batista. O Evangelho da Infância de Tiago apresenta uma diferença: Jesus nasce em uma caverna.

4. Evangelho de Tomé

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O Evangelho de Tomé foi um dos livros mais famosos não incluídos no Novo Testamento.Ele foi redescoberto como parte da Biblioteca de Nag Hammadi em 1945. Não existem evidências de que ele tenha sido amplamente lido pelos primeiros cristão. O Evangelho de Tomé é uma coleção de ditos atribuídos a Jesus e não uma narrativa da vida dele. Ao contrário dos evangelhos narrativos, este livro não menciona a morte e ressurreição de Jesus, mas se concentra nos ensinamentos e como eles levam a vida eterna.

5. Epístola Perdida aos Coríntios

epistola

1ª e 2ª carta aos Coríntios, é claro, são os pilares principais das epístolas de Paulo no Novo Testamento. Estas cartas são a base da Ética Cristã e da importância de Paulo, mas havia outras cartas entre Paulo e a Igreja em Corinto. A primeira aparentemente foi escrita antes de 1 Coríntios e é referenciada por Paulo em 1 Coríntios 5:9 “Eu escrevi para você em minha carta (anterior) para não se associar com pessoas sexualmente imorais.”

Nós se tem evidências desta carta ter sido escrita a partir desta referência . Seria fascinante ver a outra correspondência onde Paulo exorta aos moradores cristãos de Corintho, mas esta é aquela informação provavelmente perdida para sempre.

Créditos ,imagens e ilustracões fatosdesconhecidos