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Homem matou namorada deficiente e fingiu ser ela em redes sociais

Em um dos casos mais cruéis da história norte-americana recente, um homem de 40 anos assassinou a sangue frio sua namorada enquanto cruzavam o deserto de Nevada para uma suposta viagem romântica. 

A reportagem, apresentada pela CNN, desmistifica uma das investigações mais tensas para o FBI, que vem cobrindo o assassinato desde o final de setembro de 2019. Segundo informações, John Matthew Chapman havia convencido Jaime Feden, de 33 anos e portadora da associação de VATER, a viajar para o deserto de Nevada para comemorar sua relação, porém a mulher nunca imaginaria que seriam seus últimos momentos de vida, tornando-se um verdadeiro pesadelo após desembarcarem em Las Vegas, Estados Unidos.

(Fonte: FOX 29/Reprodução)

O depoimento de Chapman às autoridades policiais revelou que, dias antes de sua viagem, o homem havia combinado com Feden para tirar fotos, no meio do calor desértico, com temas de ‘bondage’, relacionado a sadomasoquismo com a utilização de amarras e fitas adesivas. Dessa maneira, as intenções do assassino se concretizaram, já que, chegando nos arredores de Las Vegas, amarrou as mãos e pernas da futura vítima em uma placa, tapando sua boca com fita e deixando-a completamente impotente para o que viria a seguir.

“Chapman planejou matar antes mesmo de deixarem a Pensilvânia e ele estaca com um kit de morte antes de desembarcarem em Nevada”, afirmou Jesse Laramee, do FBI, concluindo que o assassinato de Jaime havia sido premeditado pelo autor, que alegou que enganou sua namorada para que ela acreditasse em uma viagem romântica na qual buscariam uma casa para morar juntos.

Maldição do sarcófago de faraó matou pelo menos 13 pessoas

Quase 100 anos após episódios, o mistério ronda uma das descobertas científicas mais importantes da era moderna

Em novembro de 1922 o arqueólogo Howard Carter entrou numa tumba antes lacrada e deu uma olhada no que tinha lá dentro. Segundo registros, ele disse que para os que o acompanhavam: “Aqui dentro, vejo maravilhas”.

Era a tumba do Faraó Tutancâmon, cheia de tesouros e belezas. Mas que carregava consigo uma maldição descrita como “terrível” anos depois

Em novembro de 1922 o arqueólogo Howard Carter entrou numa tumba antes lacrada e deu uma olhada no que tinha lá dentro. Segundo registros, ele disse que para os que o acompanhavam: 'Aqui dentro, vejo maravilhas'.Era a tumba do Faraó Tutancâmon, cheia de tesouros e belezas. Mas que carregava consigo uma maldição descrita como 'terrível' anos depois
Foto: Reprodução/University of Oxford

A história da suposta maldição do túmulo do faraó (até então um monarca obscuro da chamada dinastia XVIII) até hoje é tema de especulações intensas, quanto de quem acredita quanto de investigadores que a desmentem

A história da suposta maldição do túmulo do faraó (até então um monarca obscuro da chamada dinastia XVIII) até hoje é tema de especulações intensas, quanto de quem acredita quanto de investigadores que a desmentem
Foto: Reprodução/University of Oxford

O acontecimento, que foi desencadeado há quase 100 anos, foi revisitado recentemente pelo documentário Top 10 Secrets and Mysteries

Mesmo após tanto tempo, a descoberta do túmulo de Tutancâmon foi considerado “a maior descoberta da história da egiptologia”

Mesmo após tanto tempo, a descoberta do túmulo de Tutancâmon foi considerado 'a maior descoberta da história da egiptologia'LEIA ISSO: No Google Maps! OVNI aparece perto do Triângulo das Bermudas
Foto: Reprodução/University of Oxford

Muito porque a maioria dos túmulos de faraós já haviam sido saqueados por ladrões de túmulos séculos antes, Já Tutancâmon dormia um sono de 3 mil anos intacto, com todos seus tesouros, Após três meses recolhendo e classificando os tesouros da câmara, Howard Carter e Lorde Carnarvon, patrocinador da expedição, estavam prontos para abrir a câmara mortuária, onde estava o corpo do rei. O local era impressionante: três caixões de ouro maciço, um dentro do outro, guardavam o corpo dele.

O local era impressionante: três caixões de ouro maciço, um dentro do outro, guardavam o corpo dele
Foto: Reprodução/University of Oxford

Em abril de 1923 Lorde Carnavon morreu em circunstâncias estranhas, Ele se cortou fazendo a barba perto de uma picada de mosquito e a infecção lhe causou febre. Além do arqueólogo Howard Carter, outro que defendeu posteriormente que a morte de Carnavon foi causada por uma maldição foi Arthur Conan Doyle, autor do livros de Sherlock Holmes.
O caso da Maldição da Tumba de Tut pode ser um exemplo de histeria coletiva, juntando evidências reais com falseamento de fatos. Mas é inegável que uma série de acontecimentos documentados carregou em si uma certa estranheza difícil de afastar até para os mais céticos.

Para ter uma ideia, no dia que Carter descobriu a entrada do túmulo de Tut (mais rápido de escrever que Tutancâmon, você há de concordar), uma cobra entrou em sua casa e matou seu canário.

Minutos depois da morte de Carnavon, um blecaute geral atingiu o Cairo e duas horas depois seu cachorro soltou um longo uivo e morreu. Se lembrarmos que as najas eram um dos símbolos da monarquia egípcia, presente até na máscara mortuária de Tut, o fato parece significativo e um presságio de algo ruim.

Se lembrarmos que as najas eram um dos símbolos da monarquia egípcia, presente até na máscara mortuária de Tut, o fato parece significativo e um presságio de algo ruim
Foto: Reprodução/University of Oxford

A imprensa da época ficou obcecada com tal feito significativo e passou a cobrir com algum alarde qualquer morte ligada aos presentes na expedição ao túmulo.

A imprensa da época ficou obcecada com tal feito significativo e passou a cobrir com algum alarde qualquer morte ligada aos presentes na expedição ao túmuloVEJA MAIS: Megan Fox se tornou a nova musa da ufologia e dos conspiratórios
Foto: Reprodução/University of Oxford

Em 16 de maio, foi a vez de George Jay Gould I morrer após visitar o túmulo. O motivo oficial da sua morte é “febre do Nilo”. Nos meses seguintes, mais mortes sinistras: príncipe Ali Kemal Fahmy Bey e o milionário sul-africano Woolf Joel foram assassinados e o deputado britânico Aubrey Herbert ficou cego e morreu de envenenamento do sangue enquanto extraía os dentes para tentar restaurar a visão. Todos esses estão entre os primeiros visitantes do túmulo de Tutancâmon e morreram com a diferença de poucos meses.

Todos esses estão entre os primeiros visitantes do túmulo de Tutancâmon e morreram com a diferença de poucos mesesLEIA TAMBÉM: Veja as coisas mais bizarras já encontradas em banheiros
Foto: Reprodução/University of Oxford

Além disso, Hebert era meio-irmão de Carnavon, o que aumento a tragédia da família. Em 1924 ocorreram mais mortes: Sir Archibald Douglas-Reid, responsável pelo raio-X do monarca morreu de uma doença não identificada; Hugh Evelyn-White veio logo depois, escrevendo com sangue “sucumbi a uma maldição” e se enforcando.

Em novembro de 1924, Sir Lee Stack, governador britânico do Sudão, foi morto a tiros nas ruas do Cairo. Ele também foi um dos primeiros visitantes do túmulo de Tut.

Quer mais? Howard Carter deu para seu amigo íntimo Sir Bruce Ingham um peso de papel que nada mais era que uma mão mumificada com uma pulseira de escaravelho em que estava (supostamente) escrito “Amaldiçoado seja aquele que move meu corpo. Para ele virá fogo, água e pestilência”. Dois meses depois a casa de Ingham pegou fogo. Ele a reconstruiu e um ano depois ela foi inundada.
Tem mais! Em 1926 foi a vez de George Benedite, do Museu do Louvre, que morreu um mês após visitar a tumba. Aaron Ember, outro dos primeiros visitantes, morreu no mesmo ano após sua casa pegar fogo.
Austin Mace, principal ajudante de Carter, morreu em 1928, vítima de uma fraqueza causada por envenenamento por arsênico. Em 1929 morreu Richard Bethell, um documentador que ajudou Carter, morreu sufocado sem explicações em sua cama. Ainda em 1929, o pai de Bethel se jogou do sétimo andar, deixando até uma nota de suicídio. O outro meio-irmão de Carnavon teve o mesmo destino, morrendo de “pneumonia causada por malária”.
Em 6 anos, foram pelo menos 13 pessoas com ligações fortes com a descoberta do túmulo do rei. Obviamente existem diversas explicações razoáveis para isso. A primeira delas é a presença de um fungo mortal (Aspergillus Niger) nas paredes e chão do túmulo, que poderia se somar a venenos deixados pelos próprios servos do faraó. Além disso, dois mortos se suicidaram, talvez por medo de morrerem de formas violentas.
Alguns até acusaram o próprio Carter (que morreria 15 anos depois, de causas naturais) de querer causar medo com a maldição para evitar que outros egiptólogos fuçassem duas descobertas. O próprio Carnavon também pode ter ajudado indiretamente a criar a maldição, ao dar ao jornal Times de Londres direitos exclusivos de cobrir tudo sobre a expedição. Mas a maldição de Tutancâmon prossegue como um mistério grande e assustador, mesmo com explicações.

Será que o homem foi mesmo a Lua? Por que muitos nāo acreditam?

Cinco décadas após o pouso da Apollo 11, ainda há quem questione um dos maiores feitos da corrida espacial

Quase tão antiga quanta a ida do homem à Lua é a crença de que o homem nunca foi à Lua. Logo que Neil Armstrong deu o “pequeno passo para um homem”, adeptos de teorias da conspiração começaram a denunciar que tudo não passava de um grande passo para a falsidade. Segundo pesquisa divulgada nesta semana pelo Datafolha, 26% dos brasileiros acreditam que foi farsa.

Para essa turma, a operação Apollo seria apenas uma encenação feita pelos Estados Unidos para desviar as atenções do desastre da Guerra do Vietnã e para vencer, de mentirinha, a corrida espacial contra a União Soviética, que estaria em franca vantagem tecnológica.

Confira as teorias conspiratórias levantadas pelos negacionistas – e a explicação de por que eles estão errados:

A qualidade das fotos

Divulgação / NASA

Teoria conspiratória

As fotos da chegada do homem à Lua seriam de qualidade altíssima, incompatível com as condições existentes, portanto teriam sido feitas em estúdio.

Explicação 

Existem muitas fotos de baixa qualidade tiradas na Lua, mas a Nasa só divulgou as melhores. Os astronautas usaram câmeras de alta resolução e filme de 70 milímetros.

Nasa divulgou apenas as melhores fotos/ Divulgação / NASA


A ausência de estrelas

Divulgação / NASA

Teoria conspiratória 

Não aparecem estrelas no céu nas imagens feitas durante o pouso na Lua. Segundo os conspiracionistas, elas deveriam estar lá. Para eles, a Nasa teria feito a encenação do pouso sem estrelas para impedir que alguém fosse capaz, pela posição delas, de demonstrar que o filme e as fotos foram produzidos na Terra.

Explicação 

Os desembarques ocorreram sempre durante o dia lunar, quando as estrelas são ofuscadas pela luz do Sol que se reflete na superfície do satélite. Assim, a luz fraca emitida pelas estrelas não oferece exposição suficiente para ser captada pelas câmeras. Além disso, máquinas fotográficas podem deixar o fundo escuro quando o objeto em primeiro plano está iluminado. Especialistas notam que estrelas raramente são vistas em fotos feitas do ônibus espacial, da estação Mir ou mesmo durante eventos esportivos noturnos.