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Coronavírus: auxílio de R$ 600 será solicitado por aplicativo; entenda as regras

Ilustração com gráficos de barra e ícones representando o coronavírus
Auxílio busca proteger os segmentos de trabalhadores mais vulneráveis à crise econômica decorrente do coronavírus

O governo anunciou que a partir de terça-feira trabalhadores autônomos que não estão no programa Bolsa Família nem no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) poderão se registrar para receber o auxílio emergencial de R$ 600 usando um aplicativo gratuito por celular ou computador. Isso inclui microempreendedores individuais (MEI), pessoas que fazem contribuição individual ao INSS e trabalhadores informais sem qualquer cadastro.

O objetivo do benefício é proteger segmentos mais vulneráveis em meio à crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus.

Pessoas que já são beneficiárias do programa Bolsa Família ou já estão no CadÚnico e atendem as regras do auxílio emergencial serão automaticamente habilitadas pela Caixa Econômica Federal a receber os R$ 600 e não precisarão se cadastrar.

Quem baixar o aplicativo terá que digitar seu CPF e assim será informado se já está cadastrado ou se precisa se registrar.

As informações foram dadas nesta sexta-feira (03/04) pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e pelo presidenete da Caixa, Pedro Guimarãoes.

“Queremos dar tranquilidade ao taxista, ao vendedor de pipoca, de cachorro quente, à diarista, de que, a partir de terça-feira, terá as condições de fazer seu cadastramento”, disse Lorenzoni, ao anunciar o aplicativo.

O pagamento do auxílio será feito em etapas e o cronograma será anunciado na segunda-feira (06/04). A previsão é que os primeiros a receber sejam os que estão no CadÚnico, possivelmente já na próxima semana.

Os beneficiários do Bolsa Família receberão a partir de 16 de abril, seguindo o calendário usual de pagamento do programa.

A data do pagamento dos demais ainda será anunciada.

A lei que cria o auxílio prevê o pagamento por ao menos três meses a trabalhadores de baixa renda sem emprego formal ou com contrato intermitente inativo.

Para que o benefício comece a ser distribuído, o governo também precisa ainda editar um decreto formalizando as regras para solicitação e liberação do auxílio. A previsão é que isso ocorra na segunda-feira (06/04).

O presidente Jair Bolsonaro vem sendo pressionado nas redes sociais a liberar com rapidez o benefício, aprovado na segunda passada (30/03) pelo Congresso, em postagens com as hashtags #PagaLogo e #QuemTemFomeTemPressa.

A proposta inicial do governo, anunciada em 18 de março, era conceder R$ 200 por trabalhador autônomo. No entanto, parlamentares passaram a defender um benefício maior, a partir de R$ 500, para que mais brasileiros pudessem interromper seus trabalhos e ficar em casa, respeitando a quarentena recomendada por epidemiologistas para conter a propagação do coronavírus. O Palácio do Planalto concordou, então, em elevar o auxílio para R$ 600.

A previsão atualizada do governo é que 54 milhões de pessoas devem receber o benefício. Bolsonaro editou na quinta-feira (02/04) uma Medida Provisória abrindo crédito extraordinário no Orçamento de R$ 98,2 bilhões, recursos que vão custear o benefício nos três primeiros meses.

Entenda a seguir as regras para acessar o auxílio emergencial.

Quais os requisitos para solicitar o auxílio?

Terá direito ao benefício quem for maior de 18 anos, não tiver emprego formal ativo e não receber benefício previdenciário (aposentadoria) ou assistencial (como o BPC).

A lei também estabelece limites de renda. Poderão receber o auxílio pessoas cuja renda mensal total da família somar até três salários mínimos (R$ 3.135) ou que a renda per capita (por membro da família) for de até meio salário mínimo (R$ 522,50).

Além disso, não terá direito quem tenha recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

Parlamentares querem aprovar uma nova lei que derrube esse último requisito, mas isso ainda está em análise no Congresso.

Que categorias de trabalhadores estão incluídas nesses critérios?

Cumpridos os requisitos acima, o texto aprovado no Congresso prevê que poderão solicitar o benefício inclusive trabalhadores registrados como microempreendedor individual (MEI), trabalhadores por conta própria que contribuem de forma individual ou facultativa para o INSS, e trabalhadores formais com contrato intermitente que não estejam sendo convocados pelas empresas.

Não poderão receber o auxílio trabalhadores com carteira de trabalho assinada, intermitentes com contrato ativo e funcionários públicos, inclusive aqueles com contrato temporário.

Quem recebe Bolsa Família pode receber o auxílio emergencial?

O texto aprovado no Congresso prevê que o benefício do Bolsa Família seja automaticamente substituído pelo auxílio emergencial, quando esse valor for mais vantajoso.

Dessa forma, todas as pessoas que recebem hoje menos de R$ 600 no Bolsa Família receberão o auxílio exergencial por três meses (ou seis meses caso seja prorrogado), sem precisar requisitar a troca.

Não será possível uma pessoa acumular os dois benefícios. Quando o auxílio emergencial terminar, a pessoa voltará a receber o Bolsa Família normalmente.

Será preciso estar no Cadastro Único?

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) é um banco de dados do governo em que brasileiros precisam estar registrados para receber benefícios como o Bolsa Família e o BPC e ter acesso a outros programas sociais do governo.

Esse sistema será usado para facilitar a liberação do benefício emergencial, mas o texto aprovado no Congresso não estabelece o cadastro como exigência para receber o auxílio.

Para ter o acesso facilitado ao auxílio emergencial, somente serão consideradas as pessoas que tenham entrado no CadÚnico até 20 de março. Quem entrou depois disso terá que se registrar pelo aplicativo.

Como a renda será verificada?

A renda familiar que será considerada é a soma dos rendimentos brutos dos familiares que residem em um mesmo domicílio, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

A renda média da família será verificada por meio do CadÚnico para os inscritos no sistema. Os não inscritos farão autodeclaração por meio de uma plataforma digital.

O governo ainda não esclareceu como será feita a verificação nos casos de autodeclaração por meio do aplicativo.

Segundo o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), autor do projeto de lei que foi adaptado pelos deputados para criação do auxílio emergencial, o governo federal tem ferramentas para cruzar dados e checar se a renda do solicitante se enquadra nos limites do programa. Direito de imagem Andre Coelho/Getty Images Image caption O ministro Paulo Guedes e o presidente Jair Bolsonaro

Como o benefício será solicitado e pago?

O benefício será liberado automaticamente para beneficiários do programa Bolsa Família e para os registrados no CadÚnico que atendam as regras do programa.

Os demais solicitarão por meio de aplicativo, a ser baixado gratuitamente no celular ou computador a partir de terça-feira. A Caixa Ecônomica Federal também está preparando uma central de telefone para tirar dúvidas sobre a requisição.

Todos que forem receber o benefício terão uma conta de poupança digital na Caixa. O recurso poderá ser sacado nas agências da Caixa e em casas lotéricas ou ser transferido gratuitamente para uma conta em outro banco.

Limite de benefício por família?

O texto aprovado prevê que até duas pessoas por família poderão receber o benefício, limitando o auxílio a R$ 1.200 por núcleo familiar.

No entanto, mulheres que sustentam suas famílias sozinhas poderão acumular individualmente dois benefícios.

Senadores aprovaram posteriormente outro projeto de lei ampliando essa possibilidade para pais que sustentem sozinhos suas famílias, mas isso ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados.

Duração do benefício?

A proposta aprovada na Câmara estabelece duração inicial de três meses, havendo possibilidade de o governo prorrogar por mais três meses durante o período de enfrentamento emergencial do coronavírus.

E o salário dos trabalhadores formais?

Com a paralisação de diversas atividades econômicas no país devido à quarentena imposta a boa parte da população, empresas terão forte redução de receitas e podem ter dificuldade para pagar salários.

O governo anunciou, então, na quarta-feira (01/04) um programa permitindo às empresas redução (por até três meses) ou suspensão (por até dois meses) dos salários dos trabalhadores durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

As regras, previstas em medida provisória, já estão valendo, mas podem vir a ser alteradas no Congresso.

Segundo o Ministério da Economia, o governo pagará aos trabalhadores atendidos pelo programa uma compensação pelas perdas salariais. Esse benefício será dado apenas quando a redução for igual ou maior a 25% da remuneração.

Além disso, ele será proporcional ao seguro desemprego que o trabalhador teria direito caso fosse demitido, o que significa que não necessariamente haverá compensação de toda perda salarial provocada pela redução ou suspensão da remuneração. O valor do seguro desemprego atualmente varia de um salário mínimo (R$ 1.045) a R$ 1.813.

Além disso, a gestão Bolsonaro anunciou uma linha de crédito de R$ 40 bilhões para que pequenas e médias empresas possam pagar salários dos seus trabalhadores por dois meses.

Poderão acessar essa linha emergencial empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. Os juros desses empréstimos serão de 3,75% ao ano, com carência de seis meses para início do pagamento, e prazo de 36 meses.

11 fake news sobre coronavírus que estão circulando pelo mundo

Fake news sobre o novo coronavírus estão circulando com força total. Veja alguns boatos em diferentes países

Paris, França: fake news sobre o coronavírus estão se espalhando mundo afora
Paris, França: fake news sobre o novo coronavírus estão se disseminando mundo afora (Christian Hartmann/Reuters)

São Paulo – A pandemia do novo coronavírus está assustando o mundo. Nesta quinta-feira, 12, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que o número de casos passou de 124 mil e que a doença já foi detectada em ao menos 118 países e territórios.

Fake news sobre o novo coronavírus

Naturalmente, a magnitude desse episódio está sendo acompanhada de muita desinformação. Veja abaixo alguns casos de fake news que estão circulando sobre a epidemia do novo coronavírus.

“Idoso que sair de casa terá aposentadoria cortada” (falso)

Uma mensagem circulando no WhatsApp mostra um comunicado com o logotipo do Ministério da Saúde e informa que o governo está suspendendo a aposentadoria de idosos que forem pegos andando nas ruas. O objetivo da informação era evitar que as pessoas com mais de 60 anos saíssem de casa e conter a transmissão do coronavírus. Apesar de bem intencionada, a informação é falsa. O comunicado não é da pasta da Saúde e os idosos não estão sendo multados caso saiam às ruas. Mas a recomendação expressa dos órgãos de saúde é para que todos evitem sair de casa, principalmente pessoas com mais de 60 anos e com doenças crônicas, considerados do grupo de risco.

“Água quente é capaz de matar o vírus” (falso)

Uma mensagem que está sendo amplamente compartilhada nas redes sociais traz uma orientação supostamente dada por um profissional da saúde sobre beber água quente (entre 26ºC e 27ºC)para matar o coronavírus. O Ministério da Saúde lembra que a temperatura do corpo é de ao menos 36ºC, portanto, ingerir líquidos nas temperaturas sugeridas não faria qualquer diferença. Enfatiza, no entanto, que não há medicamento, substância, vitamina ou alimento específico capaz de evitar o contágio.

“Coronavírus veio dos inseticidas” (falso)

Circula na internet uma imagem que mostra o rótulo de um inseticida, no qual se lê “human coronavírus”. Muito que bem, as imagens são falsas. Ainda não há consenso na comunidade científica sobre a origem do novo coronavírus. No entanto, as formas de transmissão e contaminação, explica o Ministério da Saúde, são por meio do contato com secreções ou pelo ar.

“Ao estourar plástico bolha, lembre que o ar vem da China” (falso)

Um boato que está fazendo sucesso nas correntes de WhatsApp no Brasil é o que diz que o ar do plástico bolha que envolve produtos importados da China pode estar contaminado pelo novo coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, não há qualquer evidência sugerindo a veracidade dessa informação. “Vírus geralmente não sobrevivem muito tempo fora do corpo de outros seres vivos, e o tempo de tráfego destes produtos costuma ser de muitos dias”, lembrou a entidade.

“Vacina contra o Covid-19 foi descoberta” (falso)

A grande dificuldade dos cientistas em encontrar uma vacina contra a doença está no fato de que o vírus está em constante mutação. No entanto, tentativas continuam sendo feitas. Nesse contexto, nesta terça-feira, 17, um jornal chinês anunciou que o país asiático deu aval a pesquisadores para que iniciem testes de segurança em humanos de uma vacina experimental. Por enquanto, é só mais um teste.

“Desinfetantes antibactericidas não têm eficácia contra a doença” (falso)

Nos Estados Unidos, país que já registra quase 5 mil casos confirmados do novo coronavírus, um boato que está circulando com força é o de que desinfetantes antibactericidas para as mãos não teriam eficácia contra a doença. De acordo com a revista americana Newsweek, essa fake news começou a se espalhar no início de março, via Twitter, e não tem qualquer fundamento: segundo o Centro de Controle de Doenças do país, é perfeitamente possível usar o item para higienizar as mãos quando não há água e sabão disponíveis.

“Urina e estrume de vaca pode curar o novo coronavírus” (falso)

Na Índia, uma política do partido governista Bharatiya Janata (o mesmo do primeiro—ministro Narendra Modi) disse à imprensa que as pessoas poderiam usar urina e estrume de vaca para curar o novo coronavírus. Vale lembrar que a vaca é considerada sagrada no país e que o uso da urina deste animal em situações terapêuticas é comum. Nesta sexta-feira, 12, informou a agência Reuters, um grupo religioso irá até realizar uma festa para o consumo do líquido, apesar dos alertas de profissionais da saúde quanto a sua eficácia contra o novo coronavírus e os riscos que a ingestão pode trazer.

“Cocaína protege contra o vírus” (falso)

Se na Índia, o boato falava sobre o consumo de urina de vaca, na França, diz respeito ao uso de uma droga, a cocaína. Na semana passada, o governo francês precisou fazer um post em suas contas oficiais nas redes sociais para desmentir a história. “Não, a cocaína não te protege contra a COVID-19. É uma droga viciante, que causa efeitos colaterais sérios e é prejudicial à saúde das pessoas”, dizia a mensagem oficial.

“Prender a respiração por 10 segundos indica se a pessoa tem a doença” (falso)

No Brasil, a desinformação também está circulando com força total. Um dos boatos fala sobre uma espécie de teste caseiro, que revelaria se a pessoa foi contaminada pela doença: respirar fundo, prender a respiração por mais de 10 segundos. Se conseguir fazer isso sem tossir, você não está infectado. A questão é séria e fez com que o Ministério da Saúde montasse uma página dedicada ao monitoramento dessas histórias e a checagem dos fatos.

Reprodução|revistaexame

7 famosos que já foram infectados pelo coronavírus

Atualmente, não se fala em outra coisa, que não seja o coronavírus. Mas também não é para para menos, a doença se espalhou para diversos países do mundo e instaurou um alerto global de pandemia. Dessa forma, nem mesmo as celebridades estão escapando da infecção. Pensando nisso, separamos 7 famosos que já foram infectados pelo coronavírus.

Dentro dessa lista, personalidades brasileiras e internacionais acabaram se contaminando e adquirindo o vírus. Ver nomes, tão conhecidos, adquirindo a doença pode servir para nos alertar de como esse momento é delicado e de que, cada vez mais, precisamos nos cuidar

1 – Preta Gil

Depois de ser contratada para cantar no casamento da irmã de Gabriela Pugliesi, Marcela Minelli, a cantora revelou que está com o coronavírus. Isso porque, no casamento havia algumas pessoas que estavam contaminadas. Assim, o vírus foi transmitido para os demais convidados.

2 – Rachel Matthews

Conhecida por seus papéis em “Frozen 2” e “A Morte Te Dá Parabéns”, a atriz norte-americana ficou em quarentena após testar positivo para o coronavírus. No Instagram, ela escreveu que não tem certeza do que virá a seguir. Mas afirmou que é preciso tomar cuidado com nossas decisões. Em suas últimas postagens, ela afirmou que já estava “se sentindo melhor”.

3 – Daniel Dae Kim

Daniel Dae Kim, ator de “Lost” e “Hawaii 5-0”, também relatou nas redes sociais, sua “experiência em combater o coronavírus”. Ele explicou que, antes de ter um resultado positivo, ele estava “em Nova York atuando em uma série de TV. Ironicamente, eu interpreto um médico, que é recrutado para um hospital para ajudar pacientes durante uma pandemia de gripe”, escreveu o ator.

4 – Di Ferrero

Após anunciar que havia sido diagnosticado com Covid-19, o cantor anunciou essa semana que estava curado da doença. “Segundo os meus médicos, já estou curado e sem o vírus. Não estou mostrado o exame porque a demanda está muito grande. Se eu for lá fazer o exame, vou tirar a oportunidade de alguém que precisa fazer”, afirmou o vocalista da banda NX Zero.

5 – Sophie Gregoire Trudeau

Recentemente, a mulher do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, testou positivo para o novo coronavírus. “Seguindo recomendações médicas, ela permanecerá isolada no momento. Ela se sente bem, está tomando tomando todas as precauções recomendadas e seus sintomas seguem leves”, escreveu em comunicado. Contudo, o primeiro-ministro afirmou que não apresenta os sintomas. Mas de toda forma, deve ficar isolado dentro do período de 14 dias.

6 – Idris Elba

Em suas redes sociais, o ator britânico Idris Elba revelou que seu teste resultou em positivo para o Covid-19. Em seguida, ele destacou que “está bem”, mas que, no momento, se encontra em quarentena. “Isso é sério. Agora é o momento para pensar em isolamento social, lavar as mãos. Além disso, há pessoas que não estão apresentando sintomas, e isso pode facilmente espalhar a doença”, afirmou Idris Elba

7 – Tom Hanks

Sendo a primeira celebridade a vir a público, Tom Hanks anunciou que ele e sua esposa, Rita Wilson, contraíram o novo coronavírus. Contudo, após o período de isolamento, eles receberam alta de um hospital na Austrália, próximo de onde Hanks estava gravando seu último filme.

Reprodução|fatosdesconhecidos

9 alimentos que ajudam a parar de fumar

Abandonar alguns maus hábitos é essencial para uma boa qualidade de vida. E entre os vícios mais prejudiciais à saúde está o fumo. Sabemos que parar de fumar é uma tarefa bem difícil, mas você pode contar com uma importante aliada nesse objetivo: sua alimentação.

Além da força de vontade e dedicação, uma dieta adequada pode não apenas te ajudar a vencer o hábito, como também a combater possíveis efeitos colaterais do processo, como ansiedade, depressão, aumento de peso, compulsão por doces, entre outros.

Alimentos para parar de fumar

Saiba quais são os itens que podem desintoxicar e tirar a nicotina do sangue, diminuindo assim os sintomas das crises de abstinência.

Cenoura

A cenoura possui vitamina A, que auxilia na proteção dos pulmões e também ajuda a eliminar os radicais livres provocados pelo tabaco. Esse nutriente também é uma aliada da nossa pele e, por isso, pode ajudar a atenuar os efeitos negativos causados pela nicotina.

Gengibre

Esse tempero natural possui gingerol, uma substância que tem ação antioxidante e melhora o funcionamento dos sistemas respiratório e circulatório. Ele também aumenta o metabolismo, o que exige um maior gasto de energia. O resultado disso é o controle do peso, que muitas vezes tende a aumentar durante esse processo.

Arroz integral

Esse é um grão rico em selênio, mineral que também possui ação antioxidante e ajuda a eliminar os radicais livres causados pelo fumo. O seu consumo também ajuda a prevenir doenças cardíacas, como infarto e derrame.

Brócolis

Esse é um vegetal que contém sulforafano, uma substância que aumenta a atividade da proteína NRF2. Isso é benéfico, pois ajuda a reduzir os danos nos pulmões de quem possui doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), bronquite crônica e enfisema, problemas sérios decorrentes do fumo.

Semente de abóbora

Essa semente é fonte de nutrientes importantes no combate de radicais livres e que também ajuda a eliminar as toxinas do corpo e a controlar a compulsão por doces durante as crises de abstinência.

Alho

Além de auxiliar na remoção do excesso de muco na cavidade torácica, o que contribui para expulsar as toxinas do cigarro, o alho contém ainda outros nutrientes, como vitaminas A e C, potássio, fósforo, selênio, aminoácidos e enxofre.

Leite

Se você deseja parar de fumar, invista em um copo de leite por dia. A bebida piora o sabor do fumo, além de ser fonte de vitamina B, substância que permite eliminar a nicotina do organismo. Por isso, vale também investir em outros derivados do leite.

Laranja

Como se sabe, essa é uma fruta rica em vitamina C, nutriente que é um poderoso antioxidante natural. Por isso, ajuda na prevenção do aparecimento de substâncias cancerígenas no organismo.

Água

Esse é o líquido de ouro para parar de fumar. Beba muita água para eliminar as toxinas causadas pelo fumo. Além disso, a água ajuda a controlar a compulsão por doces, que pode surgir nesse período.

9 hábitos diários para melhorar a disposição

Você já levanta da cama se sentindo cansado e desanimado com o que vem pela frente? Então coloque em prática estes hábitos diários para melhorar a disposição e tenha muito mais qualidade de vida!

Compromissos, cobranças, responsabilidades familiares, estresse no trabalho… Esses obstáculos tão comuns na nossa rotina nos trazem a sensação de que estamos sempre cansados. Porém, em vez de apenas aceitar esse ciclo, podemos adotar hábitos diários para melhorar a disposição e encarar a vida de uma forma diferente!

Pensando nisso, nós preparamos uma lista com alguns cuidados que você pode dedicar a si mesmo para ter mais energia física e mental no seu dia a dia. Confira:

1. Ter uma boa alimentação


Da mesma forma que acontece quando abastecemos um carro com combustível de má qualidade, nosso corpo e nossa mente apresentam um rendimento abaixo do esperado quando nos alimentamos de maneira inadequada.

Por isso, é essencial tomar um bom café da manhã, não trocar o almoço por fast food e escolher um jantar mais leve, que não sobrecarregue seu organismo. Dê preferência a alimentos naturais, como frutas, verduras e legumes, invista nos cereais integrais e nas proteínas magras e reduza o consumo de produtos industrializados.

2. Tomar a quantidade suficiente de água por dia


As reações bioquímicas do nosso organismo acontecem em meio aquoso, o que significa que, sem ela, vamos ter dificuldades para fazer a digestão, os rins terão seu funcionamento prejudicado, a pele e as mucosas vão ficar ressecadas e podemos até mesmo comer mais do que o necessário, entre diversos outros problemas.

Embora a recomendação geral seja beber 2 litros de água por dia, você pode ter uma ideia mais precisa de quanto seu corpo realmente precisa ao multiplicar seu peso por 35. Por exemplo: uma pessoa que pesa 70 kg deve consumir, na verdade, 2.450 ml de água diariamente (pois 70 x 35 = 2.450).

3. Praticar atividades físicas


Sua falta de disposição é tão grande que você não consegue nem pensar em movimentar o corpo? Pois saiba que praticar atividades físicas é uma das melhores formas de ter mais vitalidade – portanto, é preciso fazer um esforço a mais no começo para vencer a preguiça.

Os exercícios regulares aumentam a oxigenação dos tecidos e do cérebro, aceleram o metabolismo, melhoram o condicionamento físico e combatem o estresse. Dessa forma, vale a pena encontrar uma atividade da qual você goste, seja frequentar a academia, correr, dançar, nadar, andar de bicicleta ou outra modalidade.

4. Ter um sono de qualidade


É impossível acordar disposto quando não tivemos uma boa noite de sono, ou seja, cerca de oito horas de descanso em um local tranquilo. Enquanto dormimos, nosso corpo processa as informações que recebemos durante o dia, regenera danos aos tecidos e produz substâncias necessárias para o seu bom funcionamento.

E não adianta tentar compensar dormindo mais no fim de semana: para que seu sono seja de qualidade, é preciso seguir horários regulares para deitar e levantar todos os dias.

5. Fazer pausas no trabalho


Assim como qualquer outra parte do corpo, seu cérebro também se cansa depois de passar muito tempo praticando a mesma atividade. Dessa forma, não adianta trabalhar sem parar para tentar ser mais produtivo – depois de algumas horas, seu rendimento inevitavelmente vai cair.

Portanto, procure fazer algumas pausas depois de se dedicar às suas atividades profissionais, seja para alongar o corpo, movimentar as pernas ou até mesmo encher sua garrafinha de água. Essa mudança de foco é essencial para manter a produtividade.

6. Ter um planejamento diário das atividades


Ter tarefas pendentes é uma grande causa de desgaste mental, pois nosso cérebro não consegue descansar quando ele “sabe” que nem todos os compromissos foram cumpridos. Em meio a uma rotina corrida, pode ser cada vez mais difícil dar conta de tudo e, com o tempo, isso pode levar a quadros de ansiedade.

Uma maneira de evitar esse problema é ter um planejamento diário com base nas suas prioridades. Ao organizar sua agenda, seja realista quanto ao tempo que cada tarefa demanda e procure não sobrecarregar sua rotina.

7. Praticar um hobby e atividades de lazer


Da mesma forma que o corpo precisa de descanso, nossa mente também precisa relaxar. Por isso, separe alguns momentos do seu dia para deixar as responsabilidades e preocupações de lado e ocupe-se com uma atividade prazerosa.

Você pode cultivar um hobby como cozinhar, dançar ou cuidar do jardim ou, então, simplesmente ir ao cinema, dar uma volta com o cachorro ou passear no parque. Existem infinitas possibilidades!

8. Afastar-se de pessoas e atividades negativas


Se você sente que sua energia diminui depois de encontrar certas pessoas muito críticas, pessimistas ou que têm qualquer outra característica que cause algum incômodo, acredite nessa percepção e busque restringir o convívio ao estritamente necessário – ou elimine-o de vez se possível.

De maneira semelhante, procure dedicar cada vez menos tempo a atividades que te deixam irritado ou desanimado, como entrar em discussões nas redes sociais e se deixar consumir por notícias ruins que vemos na TV ou na internet. Você não precisa viver em uma bolha, mas sim limitar o tempo e a energia gastos nessas atividades.

9. Dedicar algum tempo para a família e os amigos


Viver momentos de qualidade com as pessoas que você ama é fundamental para repor suas energias depois de um dia ou uma semana cheia. Por isso, busque separar algum tempo para reunir os amigos em um churrasco, passear com a família ou sair jantar com seu parceiro ou parceira.

Permita-se se divertir com eles, tenha boas conversas sobre assuntos em comum e dê muita risada. Tudo isso faz bem para o corpo e a mente e nos dá mais disposição para o dia a dia.

Antes de adotar todas essas dicas, porém, você deve ter uma coisa em mente: para atender às necessidades da sua família e ser realmente produtivo em seu trabalho, é preciso antes cuidar de você mesmo.

Por isso, caso você não consiga colocar em prática esses hábitos diários para melhorar a disposição ou eles parecerem não estar funcionando, este pode ser o momento de buscar atendimento médico ou psicológico para te ajudar nessa caminhada. Sua saúde deve estar sempre em primeiro lugar!

Fonte(s): Vida Class, Macro Phytus, Farmacia Benetton, Época Negócios e Mais Equilíbrio

Este pode ter sido o animal que passou o novo coronavírus para humanos.

Reprodução/ Super interssante

O pangolim, animal mais traficado do mundo, provavelmente foi o hospedeiro intermediário do vírus, segundo novo estudo.

Uma equipe de pesquisadores chineses anunciou que o pangolim, um tipo de mamífero da África e da Ásia ameaçado de extinção, pode ter sido o animal que passou o novo coronavírus para humanos. O surto da doença provavelmente se iniciou em um mercado de animais silvestres em Wuhan, na China, e desde então já infectou mais de 31 mil pessoas em todo o mundo.

O resultado vem de uma análise genética feita por cientistas da Universidade Agrícola do Sul da China em amostras de mais de mil animais selvagens. Segundo a equipe, o material genético do 2019-nCoV – o vírus que vem infectando humanos e causando sintomas respiratórios – é 99% igual ao material genético de um vírus encontrado em pangolins, o que faz desse animal o melhor candidato, até agora, a ter trazido a doença para nós.

Mas cientistas de todo o mundo vêm encarando a nova possibilidade com cautela, principalmente porque o estudo completo ainda não foi publicado – por enquanto, os chineses só divulgaram resultados gerais em uma conferência de imprensa. A equipe disse que pretende publicar os detalhes o quanto antes para ajudar no combate à doença.

Estudos anteriores haviam indicado que o novo coronavírus surgiu primeiro em morcegos – que são conhecidos por hospedarem diversos vírus sem apresentar sintomas. Mas a possibilidade de haver um hospedeiro intermediário, ou seja, um animal que pegou o vírus dos morcegos e o transmitiu para nós, é alta. Desde o início do surto, cientistas vêm buscando qual seria o responsável por essa ligação, mas a tarefa é difícil, principalmente porque, no mercado em que se acredita que a doença tenha começado, diversos animais silvestres eram vendidos, tornando a lista de candidatos grande.

Outros vírus conhecidos, do mesmo grupo do novo patógeno, seguiram caminhos parecidos. O coronavírus responsável por causar a SARS (Síndrome respiratória aguda grave), doença que surgiu na China em 2002 e matou mais de 800 pessoas, teve sua origem em morcegos, mas chegou aos humanos através do contato com mamíferos conhecidos como civetas. Já o causador da MERS (Síndrome respiratória do Oriente Médio), doença parecida com a atual que causou mortes em 2012, também surgiu em morcegos e provavelmente passou para os humanos por meio de camelos.

O pangolim é um mamífero que habita regiões da Ásia e da África e lembra visualmente um tatu. Sua carne é considerada uma iguaria em algumas regiões da Ásia – e partes do animal, como suas escamas, também são usadas em procedimentos da medicina tradicional chinesa (mesmo que não tenham efeito comprovado pela ciência). A demanda pelo animal é alta e, por isso, o pangolim é o animal mais traficado de todo o mundo, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza e está altamente ameaçado de extinção, mesmo sendo protegido pela legislação internacional.

Um estudo anterior havia indicado que o hospedeiro intermediário do 2019-nCoV poderia ser uma espécie de cobra asiática, que foi vendida na feira onde se acredita ter originado o surto. Mas, desde a publicação dessa pesquisa, cientistas vêm contestando a tese, porque só há registros de coronavírus parecidos em aves e mamíferos, e não répteis. 

A nova possibilidade também aumenta a pressão sobre o governo da China, que já há algum tempo vem sendo acusado de ser brando no combate ao tráfico de animais selvagens. Com o novo surto de coronavírus, instituições internacionais pediram que o comércio de vida selvagem acabe totalmente no país. Com isso, o governo chinês anunciou, em janeiro, uma proibição temporária da prática. Mas muitos ainda pressionam para que a legislação seja permanente.